Bowling, saudoso tordilho

Essa semana, vamos lembrar do craque Bowling, criado pelo extinto e ganhador Haras Santa Ana do Rio Grande. Tordilho de médio porte e excelente fundista, marcou seu nome na história do turfe em meados de 1987. O animal que era montado pelo jóquei Juvenal Machado da Silva, o popular Nanau, tinha como treinador o lendário Alcides Morales e fez uma campanha digna de um craque. Em um campo com 18 competidores alinhados para a prova máxima, partida muito boa com Breitener ponteando, o também ligeiro Tiago, montado pelo Albenzio Barrosso ia atrás, fazendo um trem de luxo. Jive acompanhava de perto e na reta oposta começava a dar carga. Bat Masterson conduzia no meio do pelotão com Jorge Ricardo, Itapé aparecia em sexto, Corto Maltese vinha a seguir. Bowling atuava na 13ª colocação. Durante a corrida, Bat Masterson entrava na reta e com sua aceleração dominava a prova. Porém, por poucos metros, Larabee começava a avançar. Bowling iniciava sua atropelada, mesmo ficando sem passagem durante 100 metros,  mas com a boa direção de Nanau, conseguiu se tornar o campeão do Grande Prêmio Brasil de 1987.  Bowling é um tordilho que merece muito respeito. Depois de sua trajetória nas pistas, serviu no Haras Santa Ana do Rio Grande como garanhão.

Texto: Fernando Freire Cury

Fotos: Internet



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