A saga para ser tríplice coroado

No turfe, existem vários sonhos. Para muita gente, ganhar o Grande Prêmio Brasil é o ápice, porém ter um animal tríplice coroado é simplesmente mágico, talvez pelo grau de dificuldade. Há duas versões para a Tríplice Coroa : as provas destinadas aos machos e as destinadas apenas para as potrancas. Nesta semana, vou falar sobre os páreos dos machos. São três disputas em um curto espaço de tempo. Cada uma leva cerca de um mês entre as etapas. A primeira prova acontece na distância dos 1600 metros, em pista de grama, normalmente no início de fevereiro e leva o nome de Grande Prêmio Estado do Rio de Janeiro. Em seguida, o animal tem apenas três semanas para se preparar para seu próximo desafio, que será corrido na distância dos 2000 metros, também em pista de grama. É uma prova graduada de grupo 1 que leva o nome de Grande Prêmio Francisco Eduardo de Paula Machado. Para atingir seu objetivo e levar as três coroas, o cavalo terá quatro semanas para se preparar para terceira e última prova na distância de 2400 metros, na grama,  que é o Grande Prêmio Cruzeiro do Sul – Derby. Nesta competição, os fundistas (cavalos que correm uma distância maior) levam muita vantagem. O último tríplice coroado na versão dos machos foi Bal a Bali,  em  2014,  animal criado pelo Haras Santa Maria de Araras e de propriedade do Stud Alvarenga, pilotado por Vagner Borges e treinado por Dulcino Guignoni.

Texto: Fernando Freire Cury

Fotos: Internet

 

 

 

 



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