A força da nossa criação

Este ano, o GP Latinoamericano (GI) foi realizado no Hipódromo de Maroñas, no Uruguai, em 2.000m, na pista de areia.  A principal prova de turfe do nosso continente, foi disputada no domingo, lopo após o encerramento das corridas da Gávea.

Na raia, três representantes da criação nacional, Fitzgerald, Leão de Prata e Olympic Harvard. Apesar do nosso otimismo habitual e da qualidade destes animais, as probabilidades de conquistar o Prêmio eram pequenas e a pedra de apostas ressaltava isso.

A vitória acabou ficando com o favorito, o argentino Roman Rosso, mas dos três brasileiros, dois figuraram entre os quatro melhores colocados na prova. Em grande atuação, Leão de Prata, com rateio final na pedra local de R$40,80 por um, finalizou na formação da dupla. Chegou voando baixo, deixando a impressão que a primeira colocação escapou por detalhe. Mesmo tendo viajado mais de 1.800 km para correr. Olympic Harvard, com dividendo de R$19,20, foi o quarto, não muito longe dos vencedores.

O resultado do GP Latinoamericano deve ser comemorado sim. Não é novidade para ninguém que tradicionalmente, criamos cavalos para a pista de grama, tanto que, nossas melhores corridas são disputadas nessa raia. A criação brasileira mostrou, mais uma vez, a sua força.

Texto: Celson Afonso

Foto: Sylvio Rondinelli



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